Em uma entrevista publicada recentemente na revista Executive Excellence, o presidente da MAPFRE, Antonio Huertas, classifica a empresa como uma das líderes do novo ecossistema tecnológico. Não é em vão que a transformação digital se tornou em um dos quatro pilares estratégicos da empresa a nível global e, nesse sentido, canaliza anualmente 700 milhões de euros a projetos tecnológicos.

“O modelo digital que vai impulsionar a MAPFRE pretende expandir o conceito clássico do seguro privado a toda a população”.

Além disso, “Ser global significa ter a capacidade de entender as necessidades do cliente a 360 graus e, ao mesmo tempo, ser um grupo financeiro com presença mundial”, explica, defendendo a decisão de internalização que a empresa tomou há 40 anos e que tem servido como alavanca de crescimento constante nas últimas décadas.

Durante a entrevista com o suplemento para assinantes do jornal econômico Cinco Días, o executivo confessa que “é necessário democratizar o acesso à mídia digital para que todas as pessoas possam adquirir conhecimentos, habilidades e treinamento. Os seguros foram vistos tradicionalmente como produtos de classe média, média-alta, mas não é assim. Aqueles que têm mais recursos se podem proteger, mas os restantes precisam garantir o bem-estar de suas famílias e seu rendimento diante de circunstâncias imprevistas.

Além disso, a Executive Excellence se reflete nas páginas de sua última edição da publicação de La revolución de las canas (A revolução dos cabelos grisalhos), livro co-escrito por Iñaki Ortega e Antonio Huertas em que as oportunidades econômicas do envelhecimento são defendidas. O livro desafia o leitor a descobrir esse processo que levará a novas e profundas consequências socioeconômicas e que impulsionará o nascimento de novas indústrias.

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