A seguradora eleva sua exigência de sustentabilidade e se posiciona como ator relevante no combate à mudança climática. 

Ela reduzirá ao máximo sua pegada ambiental e apoiará a descarbonização a partir da assinatura e do investimento.

Em 2024, a pegada da MAPFRE será neutralizada em oito países e em 2030 na totalidade do Grupo.                                 

A MAPFRE aderiu à Aliança Seguradora para Emissões Líquidas Zero (Net-Zero Insurance Alliance, nas siglas em inglês NZIA), com o objetivo de atingir a neutralidade de emissões de efeito estufa para 2050, isto é, zero emissões líquidas em suas carteiras de assinatura de seguros e resseguros. 

Esse compromisso incrementa a exigência de sustentabilidade da MAPFRE, pois representa que nos próximos anos deverá reduzir ao máximo a emissão de gases de efeito estufa em toda a organização e eliminar as emissões residuais que não foi possível reduzir através de projetos de compensação.

Para isso, a MAPFRE deve estabelecer critérios de assinatura para ter um impacto significativo em termos de emissões, assim como definir compromissos de descarbonização com os clientes mais relevantes e promover acordos, produtos e serviços que encorajem a redução da pegada de carbono, entre outros.

Ser Net-Zero significa que o Grupo contribui para um dos desafios do Acordo de Paris, que consiste em limitar o aumento da temperatura global a 1,5 ºC acima dos níveis pré-industriais, no ano 2100.

“A descarbonização econômica é fundamental para o planeta” salientou Antonio Huertas, presidente da MAPFRE, quem indicou que “nosso compromisso com o meio ambiente é elevar a exigência de sustentabilidade de maneira firme e progressiva, acompanhando a sociedade em uma transição justa e auxiliando nossos clientes e pessoas que dependem de sua atividade para convergir também nessa direção”. Ainda, sublinhou que “da parte que nos toca, nossa preocupação é melhorar a gestão de nossa pegada ambiental, com a promoção da economia circular e o apoio a partir da assinatura e do investimento para a transição em direção a uma economia zero emissões (Net-Zero) de maneira justa, priorizando o bem-estar das pessoas”.

 

Antonio Huertas menciona que “a descarbonização econômica é fundamental para o planeta”

 

Objetivos ambiciosos 

A ambição para alcançar zero emissões líquidas em 2050 exige objetivos rigorosos no curto, meio e longo prazo.

O Plano de Sustentabilidade 2022-2024 e o Plano Corporativo de Pegada Ambiental 2021-2030 da seguradora incluem objetivos que refletem que a entidade deseja fazer parte de maneira ativa na “necessária e urgente transformação para uma economia baixa em carbono”. Nesse sentido, para 2024, a empresa se comprometeu com a neutralização da pegada de carbono da MAPFRE em oito países, e para 2030, o desafio é reduzir a pegada de carbono do Grupo em 50% (em comparação com 2019) e neutralizar a pegada de carbono restante para o conjunto do Grupo.

 

ESG no negócio

Atualmente, a empresa contribui para a descarbonização com diferentes iniciativas, como por exemplo a aplicação de critérios ESG no investimento. Nesse sentido, não investe em empresas com 20% ou mais da receita proveniente de energia produzida com carvão. Também com critérios de assinatura ESG, como não fornecer seguros para a construção de novas infraestruturas relacionadas com minas de carvão nem centrais térmicas, e deixamos de assinar novos riscos relacionados com areias betuminosas e com petróleo ou gás no Ártico.

Em 2021, alcançou a neutralidade em carbono na Espanha e Portugal e obteve a certificação Resíduo Zero que possibilitou a reciclagem de 351 toneladas de resíduos em um ano.

Além disso, desenvolve produtos sustentáveis, como Gama Cambio, o novo seguro para veículos elétricos e híbridos da MAPFRE, fundos responsáveis e realiza iniciativas em seus centros de trabalho para economizar energia, água e papel, promover o trabalho em mobilidade e reduzir as viagens de negócios.

 

21 seguradoras

Atualmente, 21 seguradoras e resseguradoras globais fazem parte da Net-Zero Insurance Alliance, todas elas membros de UNEP-FI e assinantes dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI).